Nem minha. Digamos que temos de pagar pelos pecados dos nossos pais.
Isso é desnecessariamente cruel, diz ela com frieza.
E desde quando é a crueldade necessária?, pergunta ele. E em que quantidade? Lê os jornais, não fui eu que inventei o mundo.”
Margaret Atwood, O Assassino Cego
Se no mundo, a crueldade não fosse necessária e simplesmente não existisse, não haveria ninguém em quem destinar culpas pelo simples facto de o ter criado.

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