
Eu queria que o mundo inteiro me tirasse as palavras.
Que as colocasse por mim no papel, para que alguém as lê-se.
Eu queria ser outra pessoa que não eu.
Eu queria ter bagagem e vida para sobre mim poder escrever.
Eu queria que o mundo, enquanto me tira as palvras, me lê-se e descobrisse, sem ter de as ler.
Eu queria então, na pior das hipóteses, que o mundo as lê-se e me percebesse.
Eu queria muita coisa e outros quererão tantas mais.
(Bom exercitar da Insignificância)
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