Que não se cure.
Não és ódio,
Que perdure.
És a indiferença destinada
És o mundo a meus pés!
Não és vivência limitada,
Não és do meu barco, convés.
Não te importes.
Eu também não.
Não és azar, não és sorte...~
Não és prego no meu caixão!
Diana Rodrigues, 12/11/2010
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